Alice no País da Academia

Encontrar o caminho certo e seguir em direção ao sucesso nem sempre é fácil. Ao contrário, costuma ser doloroso e difícil.

A primeira dificuldade já inicia na partida. Ao mergulhar no desafio do novo e desconhecido, a escolha por si só já incorre em deixar para trás a situação confortavelmente conhecida.

O início é muito motivador, pois foi pela escolha que se iniciou o processo de mudança, não é mesmo? Mas logo obstáculos e algumas pequenas pedras na estrada costumam atrapalhar. Algumas delas já vinham na nossa bagagem que pensávamos poder levá-las durante a jornada. Porém, quando elas começam a pesar nas costas e atrapalhar a viagem, percebemos que, além da escolha e a determinação em seguir adiante, precisamos nos "balançar" para que elas caiam, ou melhor, nos adequar as novas exigências.

Além das dificuldades perceptíveis, o caminho é norteado de ilusões. Lidar com elas, com certeza, é um dos grandes desafios do percurso. Principalmente por se tratar de ideias preestabelecidas sem embasamento real, (pois o caminho é desconhecido, lembram?) pois as decepções quanto a realidade podem ser fatais e impeditivas ao sucesso almejado. Nem tudo é claro e perceptível no País da Academia, há estradas com diferentes paisagens, algumas atrativas e outras nem tanto. E ainda há as distrações, procrastinações, confusões, dúvidas, medos e tensões. Como na fábula infantil de Lewis Caroll, nem um gato sorridente poderá ajudar a escapar.

Alice: " E por favor, qual é o caminho para sair daqui?"
Gato sorridente: " Isso depende muito de onde você quer ir."

Eis aí o ponto crucial no País da Academia - saber realmente onde ir será a chave para conseguir em tempo hábil o objetivo. Ah... Quanto tempo perdido no País da Academia com a escolha do caminho errado. A cada volta, o recomeço. Corrigir o passo, dar meia volta, recomeçar de novo e tic-tac, o tempo é ouro! 

Com sábias decisões de acordo com as melhores orientações, vantagem larga levam os que saem na frente. De chapeleiros loucos a rainhas malvadas, no País da Academia só devemos temer mesmo um coelhinho branco nervoso, de aparência fofinha, mas que paira nos nossos sonhos com um relógio atordoante, nos lembrando do tempo que temos para concluir o caminho.

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